Conheça a Bilhetagem Digital, a evolução da bilhetagem eletrônica capaz de reduzir custos e otimizar operações de transporte público

Você sabe diferenciar a bilhetagem eletrônica da digital? Nesse texto você saberá os benefícios de cada uma e como a nova era digital pode beneficiar operações de transporte público.

Muita gente pesquisa sobre bilhetagem eletrônica buscando entender mais sobre o conceito, a implementação e as tecnologias envolvidas.

O que muita gente não sabe é a história do ramo no país, além das inovações que estão sendo criadas nesse momento e que visam diminuir os principais atritos em relação a prestação de serviços de bilhetagem.

Comemorando 15 anos em 2019 o Bilhete Único de São Paulo é o maior sistema de bilhetagem eletrônica do país. Inspirado nos pioneiros e bem sucedidos cases em cidades como Salvador e Recife, o bilhete paulistano se tornou referência no assunto.

A popularidade da bilhetagem eletrônica, difundida país adentro por meio de cartões (smartcards) durante os anos 2000, é devido a sua importância como política social e negócio extremamente bem sucedido para o Estado e às concessionárias do transporte público.

Com a adoção no ano de 2004 em São Paulo, inicialmente apenas nos ônibus e em 2006 com a adesão do Metrô e CPTM, a bilhetagem eletrônica, por meio do Bilhete Único, pôde:

  • Antecipar o fluxo de caixa das empresas de transporte;
  • Reduzir custos com emissão dos antigos bilhetes de papel e tarja magnética;
  • Diminuir o dinheiro embarcado e, consequentemente, aumentar a segurança;
  • Oferecer condições comerciais mais atrativas aos passageiros a partir de integrações tarifárias.

Todas estas novidades iam ao encontro do que era mais moderno à época para bilhetagem no mundo, a exemplo de experimentos na América do Norte e Europa.

Com o tempo, porém, a tecnologia usada na bilhetagem eletrônica do Brasil se tornou obsoleta. Em um sistema defasado se abrem as portas para fraudes, pois os padrões de segurança de cartões antigos e massivamente difundidos são mais fáceis de serem fraudados, sem contar nas limitações que são colocadas à inovação.

Nesse texto você verá:

  1. O que é a bilhetagem eletrônica?
  2. Principais benefícios da bilhetagem eletrônica
  3. Quando surgiu a bilhetagem eletrônica no Brasil
  4. Prejuízos no Bilhete Único
  5. A simples troca de cartões não é a solução definitiva
  6. Bilhetagem Digital: o novo paradigma
  7. Por que mudar a tecnologia de bilhetagem embarcada nos ônibus?
  8. A Bilhetagem Digital da ONBOARD

O que é bilhetagem eletrônica?

O sistema de bilhetagem eletrônica é composto pelos equipamentos e softwares responsáveis pelo pagamento e administração das passagens no transporte público, ou seja, o processo de emissão, venda e compra de créditos/passes para acesso aos transportes.

Ao falar de bilhetagem eletrônica busca-se compreender os cartões e os validadores e todo o sistema necessário para seu funcionamento. Os validadores são aquelas máquinas onde encostamos nosso cartão e tudo o que compõe essa tecnologia. 

No Brasil poucas empresas prestam esses serviços, sendo 6 grandes no mercado. Com escassez de opções, desde o início da bilhetagem eletrônica no país organizações do ramo apontam práticas que atrasam a renovação e a evolução tecnológica da bilhetagem brasileira e, consequentemente, do transporte público como um todo. 

“os cartões e bilhetes somente podem ser comprados dos fornecedores, onerando bastante as compras. Outra grande restrição para os sistemas é a exigência de se pré-formatar/inicializar os cartões inteligentes somente pelo fornecedor de tecnologia, prejudicando muitas vezes a logística de distribuição – compra, armazenamento e venda”.

Associação Nacional dos Transportes Públicos (ANTP, 2003).

Quando surgiu a bilhetagem eletrônica no Brasil

Os passes escolares foram criados em 1947 para garantir o acesso de estudantes ao transporte. À época da criação, eram distribuídos em carteiras feitas de papel.

Foram a primeira aposta em um modelo de acesso ao transporte público que se diferia do pagamento por dinheiro.

Em 1992, na eleição para prefeitura, o debate sobre um passe universal ganha força na candidatura de Eduardo Suplicy. Mas apenas em 2004, na gestão de Marta Suplicy, o Bilhete Único é criado. A princípio, somente para ônibus e, em 2005, trem e metrô entram para a integração.

De lá pra cá, o Bilhete Único alterou sua integração. Foram criados os Bilhetes Mensal e Diário. Além disso, novas tecnologias foram agregadas no embarque e nas estações.

Tudo isso para adaptar a mudança de comportamento. Hoje, a maioria das viagens em São Paulo são pagas por cartões do Bilhete Único, e não por dinheiro.

Mas ainda há muito a ser feito. O Bilhete Único para toda a Região Metropolitana de São Paulo ainda é apenas um sonho, embora exista tecnologia para isso.

Principais benefícios da bilhetagem eletrônica

Já em 2008, a European Metropolitan Transport Authorities abordava as múltiplas possibilidades que a bilhetagem eletrônica poderia oferecer, tais como:

Para o poder público

  • Unificação da bilhetagem;
  • Fontes de dados para planejamento;
  • Melhor controle de receitas e subsídios;
  • Extensão do esquema tarifário para outros players, como táxis.

Para as operadoras do transporte público

  • Novos consumidores com abordagem moderna;
  • Aumentar o lucro operacional médio e reduzir a fraude;
  • Reduzir custos de manutenção;
  • Aumento de agilidade à bordo;
  • Possibilidade de adicionar novos serviços;
  • Fontes de dados para marketing e planejamento.

Para o consumidor do transporte público

  • Conveniência, velocidade e praticidade sem o dinheiro;
  • Jornadas tranquilas e práticas mesmo em modais diferentes;
  • Facilitação na aquisição de créditos;
  • Serviços adicionais, quando disponíveis.

Podemos notar que a bilhetagem eletrônica, por meio dos cartões de transporte, também chamados de smartcards adotados no Brasil, como o Bilhete Único, corresponderam a alguns desses benefícios aos envolvidos nos sistemas de transporte urbano.

Outros benefícios, porém, foram subutilizados e alguns inclusive são desafios que a bilhetagem precisa resolver no contexto atual.

Podemos citar como principais o combate à fraude, o relacionamento com o consumidor e a extensão do esquema tarifário para outros players, assunto especialmente importante hoje.

Vamos nos debruçar primeiro no combate à fraude, uma das dores mais claras do setor de transporte urbano.

Prejuízos no Bilhete Único

Em 2019, CPTM e Metrô, concessionárias do transporte por trilhos em São Paulo, contrataram auditorias para averiguar a queda de arrecadação proveniente do Bilhete Único – que é administrado pela São Paulo Transporte, SPTrans – enquanto o número de passageiros aumenta.

As companhias alegam que não há lógica e a principal suspeita são as fraudes ocorridas no sistema de bilhetagem gerido pela SPTrans. A CPTM afirma ter perdido 192 milhões de reais no Bilhete Único em 2018.

O Bilhete Único, e também seus similares, estão começando a sentir os impactos de sua estagnação. Além das perdas em fraudes, dados apresentados pela Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano (NTU) revelam uma perda constante de passageiros no transporte público desde 2013.

Só em 2017, 9,5% deixaram os sistemas coletivos de transporte, queda de  3,6 milhões de viagens diárias. A redução é, sobretudo, no transporte sobre pneus.

Fonte: NTU. Diminuição no fluxo de passageiros em diversas cidades do Brasil.

Nos ônibus, a falta de conforto pela lotação, principalmente em horários de pico, dificuldades no acesso, desconfiança em relação à segurança e o incentivo ao uso de carros foram estopins para a queda no número de passageiros.

Outro ponto é que os sistemas de transporte do país são principalmente financiados pela tarifa paga pelo passageiro. Algumas cidades até contam com subsídio público, mas não o suficiente para arcar com todos os custos de manutenção e investimento. Visando sair desse ciclo vicioso de perda de qualidade e encarecimento da tarifa, alguns países permeiam pelas políticas públicas para financiamento deste modal.

Os trilhos, por sua vez, que tiveram aumentos e expansão na malha, tiveram aumento em viagens, apesar de serem utilizados por parcela minoritária da população com acesso a esses modais.

A bilhetagem eletrônica foi criada para simplificar a vida de passageiros e diminuir custos do transporte público. Entretanto, da forma que está posta hoje contribui para a perda crônica de passageiros ao permitir milhões em fraude que poderiam ser revertidos em investimentos, além de não explorar totalmente os benefícios de pagamentos digitais na nova era.

A simples troca de cartões não é a solução definitiva

A associação do Bilhete Único ao cartão de plástico é inevitável, mas é importante fazermos a distinção entre o serviço, que é o Bilhete Único, possível através da bilhetagem eletrônica, e o meio, que é o smartcard, cartão inteligente sem contato, que viabiliza a utilização do serviço.

Muitas das fraudes que acontecem hoje são em decorrência do uso de smartcards antigos, que já tiveram inúmeros mecanismos antifraude quebrados, algo compreensível para uma tecnologia que desperta enorme interesse e resiste há tanto tempo no mercado.

Diante disso, empresas de transporte do país todo têm trocado seus cartões por versões mais modernas e de difícil falsificação. Inclusive a SPTrans tem feito isso de uma forma muito inteligente reduzindo os benefícios do cartão antigo, como o limite de saldo, para estimular a troca pelo novo.

 

Entendemos, porém, que a simples troca de cartões não é a solução definitiva para a fraude, tampouco para as outras limitações que a bilhetagem eletrônica atual cria no sistema. Para uma mudança de verdade é necessário mudar nossa relação com as tecnologias existentes.

No Brasil, tradicionalmente, os sistemas de bilhetagem eletrônica sofrem muito com a necessidade de retrocompatibilidade com as versões anteriores e tornam cada vez mais difícil a adequação destes sistemas legados aos novos meios de pagamento.

Esses sistemas, que não se adequaram à diversidade de meios de pagamento que foram surgindo, são grandes responsáveis pelas limitações que a bilhetagem eletrônica possui e a deformação dos benefícios propostos em seu conceito.

Bilhetagem digital, o novo paradigma

Como vimos acima, em seus primórdios, os sistemas tradicionais de bilhetagem eram alvo de diversas expectativas que não foram totalmente atendidas devido a defasagem tecnológica que logo a marcou.

No mesmo relatório de 2003 apresentado no início do texto, a NTU aponta que “alguns sistemas têm apresentado certos problemas contratuais que, por sua vez, influenciam os resultados operacionais da bilhetagem, principalmente quanto ao excesso de dependência dos sistemas contratados aos fornecedores de tecnologia”.

O cenário apontado pelo documento ainda persiste. O resultado disso é que, com a pouca flexibilidade, a bilhetagem no Brasil nunca atingiu seu pleno potencial.

É pensando nos problemas recorrentes deste setor que hoje a tecnologia de Account Based Ticketing  (ABT) começa a ser empregada no transporte público.

O termo significa “Bilhetagem baseada em contas”, e corresponde a uma transação sem bilhetes que permite viagens em transportes usando um token seguro, vinculado à uma conta no backoffice.

O meio de acesso podem ser cartões inteligentes, como também smartphones, relógios, QRCodes e cartões bancários.  

Dessa forma, empresas de transporte não ficam “presas” a cartões inteligentes ultrapassados, além de oferecer novos meios de pagamento à seus clientes.

Vejamos como a segurança se aplica a este novo cenário: Antes, sistemas eram pensados partindo do pressuposto de que a fraude é uma possibilidade e por isso se concentram esforços e recursos para evitar que essa possibilidade aconteça.

Em contraponto, a abordagem mais moderna e realista entende que as fraudes vão acontecer e o papel da segurança é mitigar os riscos.

Através desta nova abordagem, o controle sobre os sistemas e suas falhas também se torna muito mais adaptativo e dinâmico, com a possibilidade de utilização de tecnologias de vanguarda como o Aprendizado de Máquina e a Inteligência Artificial.

Nos smartcards, por exemplo, toda informação fica gravada fisicamente no cartão (ID, saldo e transações), e por isso todo o esforço em criptografia desses cartões.

Com o advento da tecnologia ABT, a bilhetagem ganhou o reforço da tokenização para diminuir seus riscos com toda a informação armazenada numa conta digital online, acessada por meio de um token seguro. 

Esse ganho em confiabilidade existe, pois um sistema ABT comporta muito mais checagens de segurança e mecanismos de diminuição de risco e detecção de fraude do que os sistemas legados atuais.

Um token, recurso especial destes sistemas, representa apenas uma garantia de passagem limitada, em tempo e forma de utilização, de maneira que, caso fraudado, esteja cada vez mais próximo de um prejuízo baixíssimo e extremamente controlado ao sistema ou a seu emissor.

Pensando além da segurança, a Bilhetagem Digital em ABT atende outros pontos das potencialidades que a bilhetagem eletrônica aplicada hoje não foi capaz de atender:

  • Relacionamento com o consumidor: enquanto os cartões guardam dados básicos de uso e informações cadastrais, um Bilhete Digital pode ser veiculado por aplicativo ou redes sociais que, por sua vez, contém ferramentas de comunicação como notificações que permitem um acesso direto ao cliente e a implementação de estratégias de retenção e branding.
  • Extensão do esquema tarifário para outros players: dada a flexibilidade do Bilhete Digital, novos modais como bicicletas, além de táxis e carros compartilhados podem ser integrados ao esquema de divisão tarifária aplicada de forma automática e eficiente, sem as barreiras comuns em sistemas fechados e pouco flexíveis.

Por que mudar a tecnologia de bilhetagem embarcada nos ônibus?

O modelo de negócio baseado em hardware e software proprietários – onde somente a fabricante tem acesso às suas configurações –  criou um alto grau de dependência dos sistemas em relação aos fornecedores.

Isso ocorre, pois mesmo com o equipamento sendo adquirido pelo sistema de transporte público, o desenvolvimento e a manutenção só podem ser feitos pelo seu responsável tecnológico, o próprio fornecedor. Há relatos absurdos de práticas comerciais em que até os orçamentos são cobrados.

Para agravar toda esta situação, alguns sistemas cometeram o equívoco de assinar contratos de exclusividade no fornecimento em troca de uma economia marginal na aquisição dos equipamentos, que são caros.

O impacto de tudo isso no presente é a crise que os sistemas de transporte público têm vivido e a falta de alternativas para tirá-los desta situação. A solução deveria ser simples, apenas trocar de fornecedor e é aqui que entendemos o tamanho do problema.

Para trocar de fornecedor, quando não há contratos de exclusividade, o sistema precisa fazer um novo investimento para instalação dos novos equipamentos custosos.

 

Na maioria dos casos, os fornecedores da tecnologia também são donos dos padrões de comunicação dos smartcards (chamado de mapa no ramo) em posse dos usuários do sistema, o que implica em mais investimento com a troca de todos os cartões e toda a insatisfação dos clientes por ter novamente que se adequar ao novo sistema.

A Bilhetagem Digital da ONBOARD

Atualizações constantes, um ecossistema de desenvolvimento pungente e a independência do transporte público, isso é possível? Sim, com um validador que preze por estes aspectos acima dos interesses corporativos de seu fornecedor, é possível.

O DBD – Dispositivo de Bilhetagem Digital da ONBOARD trabalha com o conceito de ABT – Account Based Ticketing, que como abordado acima transfere ao backoffice toda a operação e permite aos usuários o acesso ao saldo por meio de qualquer aparelho, uma vez que o valor não está mais na mídia física (o cartão) e sim em nuvem.

A Bilhetagem Digital da ONBOARD substitui por completo os validadores atuais, caros e burocráticos, e devolvem autonomia aos operadores de transporte por utilizar sistema aberto para desenvolvimento. Além disso, pode ser usada em paralelo às bilhetagens atuais durante a transição, com o objetivo de minimizar os atritos da fase de troca.

Apesar de ser um sistema separado, a validação segue os mesmos princípios atuais, sendo feita de maneira offline através de uma módulo SAM  (Secure Access Module).

A mudança de paradigma da bilhetagem digital não está só na segurança: a experiência do usuário é impulsionada pela bilhetagem digital. Hoje, para usar o transporte público, o usuário se dirige até um posto, enfrenta uma fila, carrega o bilhete para aí sim começar a usar.

Com a Bilhetagem Digital o cadastro é online e o usuário passa a ter acesso ao sistema imediatamente após o cadastro, que inclusive é feito através de uma simples foto de documento. O software processa a imagem, recorta a foto e preenche o formulário cadastral automaticamente.

A recarga pela Bilhetagem Digital é igual a recarga de celular, com o crédito disponibilizado instantaneamente, evitando os deslocamentos para validação dos créditos. E o acesso pode ser feito, inclusive, sem internet, bastando uma conexão prévia, antes de sair de casa, por exemplo.

Segundo Luiz Renato M. Mattos, CEO da ONBOARD, o sistema desenvolvido pela empresa visa “facilitar o acesso ao transporte público por meio de uma experiência digital, concentrando e integrando todas as opções de mobilidade urbana na mão dos passageiros”.

Para ele, vivemos em um momento onde o transporte público foi deixado de lado, portanto, busca-se “devolver o protagonismo e a competitividade ao transporte público fazendo dele o elo de conexão da mobilidade urbana atual”.

Vídeo de lançamento do DBD

Tudo isso vai ao encontro do desejo do novo consumidor que busca praticidade e serviços digitais. Outros mercados, como os bancos, já perceberam isso, e mesmo com sistemas antigos e também legados, entraram de cabeça no mundo digital.

O varejo é outro exemplo, utilizando de carteiras digitais como responsáveis pelos pagamentos de seus clientes. Com milhares de consumidores recorrentes todos os dias, o transporte público também pode gerar receitas acessórias com transações fora de seus sistemas. 

E tudo isso fica mais fácil com uma Bilhetagem Digital flexível e aberta. 

Além dos smartcards, o sistema de trilhos também busca uma solução para um problema antigo, seu bilhete unitário.

Segundo a Coordenadoria Técnica de Estações do Metrô, são aproximadamente 16 milhões de bilhetes por mês no sistema de trilhos, que além de custosos por funcionarem como cédulas monetárias, geram um tremendo trabalho operacional.

 

A CPTM iniciou alguns testes com QR Code impressos. A Bilhetagem Digital vai ao encontro da solução para os problemas vividos pelo sistema de São Paulo, sendo uma alternativa tanto para o Bilhete Único, quanto para o bilhete unitário.

A SPTrans, através do Decreto 58.639 de 22 de fevereiro de 2019, já previu o Bilhete Digital. Agora resta saber quem dará o passo inicial para de fato resolver esses problemas e explorar a bilhetagem digital como solução. 

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Referências

BAZANI, Adamo. Perdas da CPTM no sistema de Bilhete Único se aproximaram de R$ 200 milhões em 2018 e fraudes podem ser o principal motivo. Disponível em <https://diariodotransporte.com.br/2019/05/03/perdas-da-cptm-no-sistema-de-bilhete-unico-se-aproximaram-de-r-200-milhoes-em-2018-e-fraudes-podem-ser-o-principal-motivo/> Acesso em 02 de junho de 2019.

European Metropolitan Transport Authorities.Study on electronic ticketing in public transport, 2008. Disponível em <http://scholar.google.com.br/scholar_url?url=https://emta.com/IMG/pdf/EMTA-Ticketing.pdf&hl=pt-BR&sa=X&scisig=AAGBfm0AewmXM8PetxFocHkflNT5dqJpOQ&nossl=1&oi=scholarr>. Acesso em 01 de junho de 2019.

CARVALHO, Carlos Henrique Ribeiro; et al. Bilhetagem Automática e Gestão nos Transportes Públicos. 2003. Disponível em <http://files-server.antp.org.br/_5dotSystem/download/dcmDocument/2016/02/24/4241EE35-BC30-492B-B970-6CA7ECC58398.pdf> Acesso em 05 de junho de 2019.

SPTrans. CREDENCIAMENTO DE EMPRESA OU CONSÓRCIO DE EMPRESAS PARA INTEGRAR A REDE COMPLEMENTAR DE VENDA E CARREGAMENTO DE CRÉDITOS ELETRÔNICOS E/OU DE COTAS DE VIAGENS TEMPORAIS DO BILHETE ÚNICO. Disponível em <http://licitacoes.extapps.sptrans.com.br/licitlov/hilicwebok.aspx?yW4me9f7SdLBm/SRo0KCaiwVCjTxxYrjZ/oE3WoglrOvkusYsdhz1n7bv0leW9Rv>. Acesso em 02 de junho de 2019.

Luiz Renato M. Mattos.

CEO e Co-founder da OnBoard Mobility. Administrador pela Universidade Federal de São Carlos.

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